
No ano passado, o bacana era usar pulseiras fininhas de silicone de todas as cores. Todo aquele arcoíris nos pulsos ficava lindo, ainda mais com a onda das bandas “coloridas” que invadiu o cenário da música nacional. Só que, naquele momento, ninguém aqui no Brasil sabia o que havia por trás da modinha color surgida na Inglaterra. Por lá, os adolescentes usavam esses acessórios para uma espécie de “brincadeira” chamada Snap, que funciona da seguinte forma: a garota usa várias pulseiras e um menino tenta arrebentar uma delas. Dependendo da cor da pulseira que ele romper, ela deverá contribuir com um determinado “carinho”. Ou seja, cada cor representa uma “prenda”, que vai desde um abraço até (pasmem!) a relação sexual. O grande problema nisso tudo é que, nem sempre, a garota deseja ter algo mais com o menino e, nesse caso, a situação pode se complicar. Isso porque o “fofo” pode querer forçar a barra e tentar obrigar a dona das tais pulseirinhas do sexo (como estão sendo chamadas) a fazer coisas que ela não queira de jeito nenhum. E parece que essa conotação negativa do uso das pulseiras multicoloridas chegou ao Brasil. Ao que tudo indica, uma adolescente de 13 anos de Londrina, no Paraná, que estaria usando as pulseiras, foi estuprada. Também há registros de casos no Estado do Amazonas. Justamente por isso, a venda desses acessórios foi proibida em algumas cidades brasileiras.

Fonte: www.atrevida.com.br
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